Recentemente celebrou-se o dia da rádio. 13 de Fevereiro.

Não sendo ou não tendo mais o impacto que tinha em nossas vidas, nos anos 70, 80 e talvez mesmo 90, a verdade é que a rádio continua a estar connosco todos os dias, não se deixando sucumbir face à presença da televisão e ainda mais da internet. Pelo contrário, o conceito de produção radiofónica tem hoje um componente tecnológica indissociável, que lhe permite utilizar os vídeos sobre alguns programas nos web-sites das estações ou mesmo os podcast, ou seja, recortes da emissão ou de determinados programas que podem ser re-escutados uma vez que se encontram guardados na página web das rádios.
Se o transistor já permitia uma grande mobilidade, as TIC vieram reforçar essa mobilidade e ubiquidade para além da possibilidade dos smartphones e outros aplicativos que nos permitem escuta-la sem mais o limite das frequências. Infelizmente, para o caso das rádios angolanas, estes ainda não são um recurso frequente.
O que não deixa de causar estranheza, neste ambiente de inovação tecnológica constante, é o facto da rádio continuar a alimentar paixões. Paixão de quem faz, e o que é mais interessante, de quem ouve, agora com a possibilidade mais forte do zapping. Mesmo se as estatísticas admitem que são as emissões musicais que continuam a mais facilmente fidelizar os ouvintes, a verdade é que os magazines matinais e vespertino continuam a manter a sua audiência, sendo de se destacar o facto dos ouvintes serem maioritariamente automobilistas. O desafio das audiências é premente porque tem em vista a concorrência entre as rádios, mas principalmente entre a rádio e os outros meios de comunicação, principalmente a televisão e a internet, para os quais se viram os jovens com maior facilidade.
Assim, nos tempos que correm, é enquanto se conduz que mais se ouvem as rádios. Segundo os especialistas, é sobre os picos de audiência que a gestão se deve preocupar, olhando para aspectos que se prendem com a magia do directo, conteúdos de interesse para a juventude e não descurando a informação e a educação. Pela sua capacidade de construir diálogos, pela sua capacidade de nos construir imagens com base no que ouvimos, de criar verdadeiros estádios de alma a radio continua a preencher um espaço considerável.
Onde vou, levo comigo a rádio, não dispensando a RNA, a LAC, a BBC e a RFI, estas duas últimas, rádios do mundo pelo seu alcance geográfico ilimitado e pelo seu conteúdo, mesmo se muitas vezes reflectem um modus vivendi, uma visão do mundo de que não partilho. Estimo-as. Viva à rádio.

Não sendo ou não tendo mais o impacto que tinha em nossas vidas, nos anos 70, 80 e talvez mesmo 90, a verdade é que a rádio continua a estar connosco todos os dias, não se deixando sucumbir face à presença da televisão e ainda mais da internet. Pelo contrário, o conceito de produção radiofónica tem hoje um componente tecnológica indissociável, que lhe permite utilizar os vídeos sobre alguns programas nos web-sites das estações ou mesmo os podcast, ou seja, recortes da emissão ou de determinados programas que podem ser re-escutados uma vez que se encontram guardados na página web das rádios.
Se o transistor já permitia uma grande mobilidade, as TIC vieram reforçar essa mobilidade e ubiquidade para além da possibilidade dos smartphones e outros aplicativos que nos permitem escuta-la sem mais o limite das frequências. Infelizmente, para o caso das rádios angolanas, estes ainda não são um recurso frequente.
O que não deixa de causar estranheza, neste ambiente de inovação tecnológica constante, é o facto da rádio continuar a alimentar paixões. Paixão de quem faz, e o que é mais interessante, de quem ouve, agora com a possibilidade mais forte do zapping. Mesmo se as estatísticas admitem que são as emissões musicais que continuam a mais facilmente fidelizar os ouvintes, a verdade é que os magazines matinais e vespertino continuam a manter a sua audiência, sendo de se destacar o facto dos ouvintes serem maioritariamente automobilistas. O desafio das audiências é premente porque tem em vista a concorrência entre as rádios, mas principalmente entre a rádio e os outros meios de comunicação, principalmente a televisão e a internet, para os quais se viram os jovens com maior facilidade.
Onde vou, levo comigo a rádio, não dispensando a RNA, a LAC, a BBC e a RFI, estas duas últimas, rádios do mundo pelo seu alcance geográfico ilimitado e pelo seu conteúdo, mesmo se muitas vezes reflectem um modus vivendi, uma visão do mundo de que não partilho. Estimo-as. Viva à rádio.
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